Smartcity

Imagens 3D revelam como 8 capitais europeias podem ser mais verdes

Forma como cidadãos veem as suas cidades no futuro revela que estes querem mais espaços verdes e menos estacionamento
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Europeus querem mais espaços verdes e menos lugares de estacionamento. É a principal conclusão de um estudo que envolveu 8000 cidadãos residentes em oito capitais. Foi realizado com o intuito de avaliar de que forma estes pretendem transformar as suas cidades e permitiu a realização de algumas imagens “exploratórias” com recurso a tecnologia 3D.

Encomendado pela marca de mobilidade Link & Co e realizado pela empresa Ipsos, o estudo realizado junto de habitantes de Londres, Paris, Berlim, Roma, Madrid, Amesterdão, Estocolmo e Bruxelas, mostrou que estes partilham a ideia comum sobre o uso mais eficiente do automóvel e a necessidade de se libertarem áreas para espaços verdes.

Roma - AWAY
Roma reimaginada pela Lynk & Co

A maioria (57%) prefere que os lugares de estacionamento sejam substituídos por “mais verde”, seguido de lugares de descanso (32%) e passeios mais largos (28%). Os londrinos mostraram preferir mais “street art” e graffiti em detrimento de estacionamento, ao passo que os habitantes de Amesterdão elegem vias mais largas para as suas bicicletas.

Ainda assim, há várias questões que têm respostas diferentes de cidade para cidade. Um exemplo disso mesmo é o facto de a grande maioria (70%) dos romanos considerar o trânsito insuportável, enquanto quase metade dos habitantes de Estocolmo revelar que aprecia a beleza da sua cidade enquanto nela conduz.

Madrid - AWAY
Madrid mais verde

Sobre a temática da partilha de automóvel, precisamente a área de negócio da Link & Co, cujo modelo assenta numa adesão mensal que permite ao utilizador ter carro apenas quando dele precisa, volta a haver uma convergência de opiniões entre os inquiridos dos vários países. Mas apenas na faixa etária dos 25 aos 34 anos.

Entre estes, 66% são favoráveis à partilha de automóveis. Em contraste, somente 35% dos inquiridos com idades entre os 55 e os 65 anos identificam benefícios nessa nova forma de mobilidade.

Com carros estacionados 96% do tempo, as nossas cidades têm muitos potenciais não utilizados”, destacou em comunicado Alain Visser, CEO da Link & Co. “Estou entusiasmado pelo facto de os europeus concordarem com a nossa missão de cidades mais acessíveis, abertas e verdes. Chegou a hora de recuperar o nosso espaço humano”, concluiu.

(Fotos: divulgação)

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