Mobilidade

Marcas chinesas dominaram mercado de mobilidade elétrica em 2021

De janeiro a setembro de 2021, 45% dos novos veículos elétricos eram de marcas chinesas e mais de metade foram feitos em fábricas na China
Aiways
Aiways
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De ano para ano, a tendência tem-se mantido: há cada vez mais veículos elétricos (VE) a serem matriculados e a chegar às estradas. Fala-se que a motorização elétrica é o futuro da mobilidade e há cada vez mais marcas a fazerem a aposta no mundo da eletrificação e novos fabricantes a surgirem. Na China o fenómeno tem-se notado cada vez mais e surgem novas marcas como, a Zeekr, a Nio ou a Aiways, totalmente focadas em elétricos.

As vendas de VE do ano passado mostram esta aposta chinesa na eletrificação e demonstram um fenómeno interessante. De acordo com o El País, de janeiro a setembro de 2021, 45% dos 2,97 milhões de veículos elétrico matriculados a nível mundial eram de marcas chinesas.

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Nio ET5
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Na verdade, olhando para os números, facilmente se percebe que a China está a começar a dominar o mercado da mobilidade elétrica e a afastar-se dos veículos com motor a combustão interna. Dados mostram que, nos primeiros dois trimestres de 2021, apenas 13% dos veículos a combustíveis fósseis comercializados eram de fabricantes chineses.

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O povo chinês também parece estar a procurar cada vez mais os VE, já que são os principais clientes das marcas chinesas. 95% dos veículos novos elétricos de marcas chinesas nos primeiros noves meses de 2021 foram adquiridos na China. Ou seja, apenas 5% dos VE de marcas chinesas foram para outros países do mundo.

Zeekr 001

A China parece ser um destino interessante para marcas estrangeiras fazerem as suas fábricas, como aconteceu com a Tesla, que abriu uma gigafábrica em Xangai. Estas fábricas contribuíram para que 58% dos VE vendidos nos primeiros nove meses de 2021 tenham sido construídos na China.

A procura por carros elétricos tem vindo a aumentar, mas, por enquanto, ainda representa uma pequena fatia das vendas de automóveis no mundo. Apesar da venda de elétricos ter aumentado 149% de janeiro a setembro de 2021 face ao mesmo período de 2020, apenas representa 5,8% da quota de mercado.

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