Energia

Embargo ao petróleo russo aprovado pela União Europeia, mas há exceções

Estão previstas exceções temporárias para países como a Hungria que são totalmente dependentes da Rússia
Petroleiro (Foto: Unsplash)
Petroleiro (Foto: Unsplash)

Os chefes de Governo e de Estado da União Europeia (UE) chegaram ontem, dia 30 de maio, a acordo para um embargo ao petróleo russo, anunciou o presidente do Conselho Europeu, explicando estarem em causa dois terços das importações europeias à Rússia.

“Acordo para proibir a exportação de petróleo russo para a UE. Isto abrange imediatamente mais de dois terços das importações de petróleo da Rússia, cortando uma enorme fonte de financiamento para a sua máquina de guerra”, anunciou o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, numa publicação na rede social Twitter.

Na publicação, o responsável destacou “a unidade” no Conselho Europeu, que está hoje e terça-feira reunido em Bruxelas numa cimeira extraordinária, vincando ainda a “máxima pressão sobre a Rússia para acabar com a guerra”.

Depois de difíceis discussões na UE para avançar com um embargo gradual e progressivo ao petróleo russo, como proposto pela Comissão Europeia há quase um mês, o assunto esteve na agenda dos líderes europeus, prevendo-se agora alterações face à proposta inicial, como de a medida abranger dois terços das importações europeias de petróleo da Rússia, ou seja, todo o petróleo marítimo proveniente da Rússia.

Face às críticas de países mais dependentes do petróleo russo, como a Hungria, estão previstas ainda exceções temporárias para garantir a segurança do aprovisionamento de certos Estados-membros.

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