Opinião

“Rumo à Sustentabilidade” é uma orientação de presente a pensar no futuro

Nos últimos anos, a Garland tem reforçado as medidas com vista à redução do seu impacto ambiental
Garland, crónica de opinião de Mark Dawson
Garland, crónica de opinião de Mark Dawson
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Apesar de a política de sustentabilidade do Grupo Garland, com 245 anos, um dos cinco mais antigos em atividade e atualmente um dos principais players em Portugal no setor da logística, transportes e navegação, se chamar “Rumo à Sustentabilidade”, a verdade é que esta vai sendo uma orientação cada vez mais do presente e não de futuro ao contrário do que a expressão “rumo a” possa antecipar.

A verdade é que este é já um lema do passado da Garland, como, em bom rigor, o é também a discussão em torno da sustentabilidade. Não obstante o tema marcar cada vez mais presença nos média, sobretudo depois da pandemia, há décadas que os cientistas alertam para o estado do planeta. É mais que tempo de ouvir…

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Para nós, tudo começou em 2012. Poderia ter começado antes, claro. Mas, em função da crise financeira que então atravessávamos, aproveitámos a oportunidade para fazer mais e melhor. Com o crescimento do outsourcing logístico, a Garland decidiu investir num novo centro logístico no Norte do país. A poupança e a eficiência energética e as soluções de construção mais inovadoras e amigas do ambiente foram preocupações no momento de conceção do projeto e durante a edificação do mesmo. Uma lógica que mantivemos na construção de novas instalações e na renovação das existentes.

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Atualmente, possuímos um parque logístico moderno e com soluções que promovem a sustentabilidade com mais de 91.500 m2. Estamos, por exemplo, a construir o nosso maior centro logístico no país, em Vila Nova de Gaia, seguindo as diretrizes ambientais mais exigentes, visando a obtenção da certificação BREEAM/Very Good, que será uma das primeiras em Portugal em novos edifícios logísticos.

Nos últimos anos, a Garland tem reforçado as medidas com vista à redução do seu impacto ambiental como o uso racional de água e energia elétrica e a redução ao mínimo indispensável da utilização de papel nos serviços corporativos e em todas as áreas de negócio do Grupo.

A implementação do nosso sistema informatizado de gestão documental permitiu uma drástica redução de utilização de papel e uma consequente poupança anual dos respetivos consumíveis de impressão, na ordem dos 50%.

O Grupo está a ainda a instalar painéis solares em todos os seus centros, dispondo atualmente de um total de 638 painéis solares, com 175,1 KW de capacidade instalada. Além da energia elétrica produzida para autoconsumo, a Garland Logistics utiliza em todos os seus centros logísticos energia proveniente de fontes 100% renováveis.

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Outra decisão simbólica, mas expressiva desta política foi a erradicação de plásticos de uso único em máquinas de vending e no abastecimento de água e cafés aos colaboradores, aos quais distribuiu garrafas e copos reutilizáveis.

Na estratégia “Rumo à Sustentabilidade”, também a mobilidade tem sido aposta, com a Garland a renovar totalmente a sua frota de viaturas ligeiras, promovendo assim a sua substituição por veículos elétricos e híbridos. Atualmente, todas as instalações da empresa contam com postos de carregamento elétrico.

Das diversas iniciativas verdes que têm sido implementadas nos últimos anos pela empresa, destaque para a mais recente, com a Garland a juntar-se à Tree-Nation Organização Não Governamental, líder internacional em reflorestação, para uma iniciativa na qual o Grupo criou uma “Floresta Garland” na Amazónia, onde começa por ter mais de 600 árvores, captando cerca de 140 toneladas de CO2.

Porque, para nós, a sustentabilidade não é uma opção, mas é encarada como uma parte fundamental do negócio, transversal a todo o grupo, criámos recentemente um departamento dedicado à criação e gestão de projetos de sustentabilidade. O primeiro projeto do novo departamento centra-se na obtenção da certificação ISO 14.001, norma internacional que permite às empresas demonstrar o compromisso assumido com a proteção do ambiente, através da gestão dos riscos ambientais associados à atividade desenvolvida.

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Apesar de a sustentabilidade ser uma orientação do presente, é a pensar no futuro que mantemos a designação da nossa política de compromisso ambiental, social e económico. Estaremos sempre “rumo” a um futuro melhor!

 

Mark Dawson representa a quinta geração da família Dawson na liderança do Grupo Garland. O CEO começou o seu percurso profissional nas instalações do Porto em 1992. Em meados de 1994, assumiu a gestão do armazém em Lisboa, liderando a sua passagem para o centro logístico da Abóboda e o crescimento das operações. As áreas marítima e aérea surgiram no final dos anos 1990, tendo ainda sido responsável pelo lançamento do transporte bulk como área independente. O novo milénio marcou a sua integração no conselho de administração do Grupo Garland, tendo, um ano depois, assumido a coordenação da área de Navegação e das áreas marítima, aérea e bulk da Garland Transport Solutions, gestão que mantém até agora. Em 2014, foi responsável pela internacionalização da Garland, ao abrir os escritórios da Garland em Espanha e Marrocos.

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Mark Dawson escreveu esta crónica a convite da AWAY Magazine

 

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