Energia

Programa e-LAR sob críticas: consumidores queixam-se de custos inesperados

Apoio para substituir eletrodomésticos está a gerar queixas, revela a TVI
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Esta máquina de secar é o fim do pesadelo da roupa no inverno (e é a mais vendida da Amazon)

O programa e-LAR, criado para apoiar famílias na substituição de equipamentos a gás por versões elétricas mais eficientes, está a gerar polémica. Vários consumidores afirmam ter sido surpreendidos com custos adicionais e já reportaram as situações à DECO Proteste.

Em declarações à TVI, um responsável da associação confirmou que têm chegado diversas queixas relacionadas com despesas inesperadas, como o pagamento de IVA, transporte dos eletrodomésticos e custos de instalação, incluindo o tamponamento das ligações de gás.

Além destes encargos, têm sido ainda reportados problemas técnicos na plataforma do programa, nomeadamente a não validação de NIF e códigos de ponto de entrega durante o processo de candidatura.

A DECO Proteste aconselha os consumidores a informarem-se previamente nas lojas sobre quais os custos efetivamente cobertos antes de ativarem o voucher de apoio, de modo a evitar surpresas desagradáveis.

O programa e-LAR tem como objetivo combater a pobreza energética, melhorar o conforto térmico das habitações mais carenciadas e acelerar a eletrificação dos consumos domésticos, promovendo a substituição de equipamentos a gás por alternativas elétricas mais eficientes.

Os apoios podem ser utilizados para a compra de placas elétricas (de indução ou convencionais), fornos elétricos e termoacumuladores, entre outros equipamentos. As famílias com candidaturas aprovadas recebem um voucher que pode ser usado diretamente nas lojas aderentes.

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