Mobilidade

Greve do Metro de Lisboa dias 26 e 28 de outubro e 2 e 4 de novembro

Paralisação parcial ocorre hoje, quinta-feira e terça-feira, dia 2 de novembro. Dia 4 de novembro, os trabalhadores do Metro de Lisboa param por 24 horas
Greve metro (foto: Pixabay)
Greve metro (foto: Pixabay)
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Os trabalhadores do Metro de Lisboa estão hoje em greve parcial, entre as 5h e as 9h30. Espera-se que o serviço seja retomado a partir das 10h15.

Em comunicado, a empresa alertou que a greve parcial decorrerá esta terça-feira e também quinta-feira, dia 28 de outubro. Em ambos os casos, não haverá serviço de transportes até às 10h15, aproximadamente.

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A Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (FECTRANS) já informou que haverá nova greve parcial a 2 de novembro e uma greve de 24 horas a 4 de novembro.

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A greve foi convocada pelos sindicatos representativos dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa uma vez que as negociações salariais com a empresa não têm sido frutíferas.

De acordo com a Lusa, a generalidade dos trabalhadores estará em greve parcial entre as 5h e as 9h30. O setor administrativo e técnico para das 9h30 às 12h30.

Anabela Carvalheira, da FECTRANS, disse, em declarações à agência LUSA, que “a greve não é só contra o congelamento salarial, vamos mais longe. Defendemos uma total reposição de efetivos, que está por cumprir.”

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Na véspera da greve, Anabela Carvalheira frisou que as negociações não se tratam apenas da matéria salarial e que é necessário o “preenchimento imediato do quadro operacional e as progressões na carreira”.

"Na reunião que tivemos com o ministro do Ambiente e da Transição Energética [João Matos Fernandes, que tutela os transportes urbanos], o responsável assumiu duas das nossas reivindicações quanto aos trabalhadores da área da manutenção e a prorrogação da vigência do Acordo de Empresa (AE)", disse a sindicalista.

No entanto, o conselho de administração da empresa “ainda não colocou em cima da mesa as restantes matérias”, não havendo ainda um acordo entre as partes.

Estas mesmas reivindicações já levaram os trabalhadores do Metro de Lisboa a fazer greves parciais em maio e junho.

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