Mobilidade

CEO do Grupo Volkswagen incentiva a utilização da bicicleta

Herbert Diess usou o Twitter para promover a utilização da bicicleta, no seguimento de um projeto da marca para os trabalhadores
Grupo Volkswagen (foto: Volkswagen)
Grupo Volkswagen (foto: Volkswagen)

O CEO do Grupo Volkswagen incendiou recentemente as redes sociais ao afirmar que “o ciclismo é divertido, saudável e bom para o ambiente”, acrescentando ainda que “os centros urbanos mais sobrelotados só vão aceitar automóveis – mesmo os menos poluentes – se as bicicletas tiverem espaço suficiente nesta nova era de mobilidade”.

Estas afirmações levaram a diversas interpretações, das mais positivas às mais negativas, pois não deixa de ser estranho que um dos maiores dirigentes de um grupo tão importante como é a Volkswagen, afirme defender a utilização de um produto como a bicicleta em vez do automóvel.

Herbert Diess, CEO do Grupo Volkswagen (foto: Volkswagen)

As publicações nas redes sociais, no entanto, vêm no seguimento de um projeto do Grupo Volkswagen que permite aos trabalhadores da sede da marca em Wolfsburg, Alemanha, entrar nas instalações de bicicleta para chegarem mais facilmente ao seu posto de trabalho.

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Claro que nem tudo é assim tão linear e estes comentários de Herbert Diess estão também relacionados com o seu apelo ao governo alemão para que este considere diversas reformas climáticas no seu programa. Até porque, no início deste ano, o Grupo Volkswagen anunciou um conjunto de objetivos e medidas, que são dos mais ambiciosos de sempre em termos de eletrificação.

Conceito de mobilidade elétrica para 2025 Volkswagen ID.Life (foto: Volkswagen)

Estes incluem uma expansão do desenvolvimento de energias renováveis, uma redução da utilização de carvão, taxas mais agressivas para as emissões de CO2 e a eliminação de subsídios relacionados com a utilização de combustíveis fósseis.

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Nos objetivos da marca Volkswagen está a missão de deixar de comercializar automóveis com motor de combustão na Europa entre 2033 e 2035, seguindo-se os mercados da América e da China. Do lado da Audi, a utilização dos motores de combustão continuará a ser uma realidade em mercados como o da China, mesmo depois de 2033, mas nos outros mercados em que a marca está presente, a utilização deste tipo de solução deverá ser cada vez menor.

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