Quando chega a hora de substituir uma peça do carro, muitos condutores enfrentam a mesma dúvida: optar pela peça original da marca mais cara ou poupar dinheiro e escolher uma versão genérica, muito mais barata. A diferença de preço pode ser significativa, mas será que compensa arriscar? É aqui que surgem os receios de comprometer a segurança ou de reduzir a vida útil do automóvel.
Para ajudar a esclarecer este problema comum, a equipa do Doutor Finanças falou com o especialista Pedro Bastos (@o_canaldopedrobastos), que partilhou em que situações faz sentido gastar mais em peças de origem e quando é possível poupar sem problemas.
“Vai depender de carro para carro. Se é um carro com uma utilização desportiva, eu diria que as pastilhas de origem são as ideais para aquele carro. Num carro de utilização mais corriqueira, eu não hesitaria em usar peças de marca genérica, porque normalmente custam metade ou um terço do preço, porque são exatamente a mesma coisa. Simplesmente não têm o selo de qualidade que a marca que que tenha e muitas vezes são feitas pelos mesmos fabricantes e nas mesmas fábricas”, sublinha.
Ou seja, para quem tem um automóvel de uso diário, peças genéricas podem ser uma opção perfeitamente segura e económica, sem comprometer a durabilidade ou a performance. Já nos veículos mais exigentes, como os desportivos, a recomendação é não arriscar e apostar nos componentes originais, que foram pensados para responder a esforços maiores.
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