Energia

Preços do petróleo descem face a novo confinamento na China

Ressurgimento de casos de Covid-19 na China, o maior importador de crude do mundo, impactou mercado do petróleo
Petróleo (Foto: AP/Mark Lennihan)
Petróleo (Foto: AP/Mark Lennihan)

A possibilidade de haver um novo confinamento na China, especialmente em Pequim, está a fazer oscilar os preços do petróleo. As autoridades chinesas enfrentam um ressurgimento da pandemia da Covid-19 o que pode conduzir a uma menor procura de crude por parte da China, o maior importador a nível mundial.

De acordo com a Lusa, um novo confinamento que irá impedir a atividade industrial e as viagens fez com que a negociação do barril de Brent, a referência europeia, para entrega em junho, tenha caído 4,51%, segundo a Efe, atingindo os 101,84 dólares (moeda com que se negoceia o barril).

Já a referência norte-americana, o barril da West Texas Intermediate (WTI), teve uma descida de 4,55% para 97,43 dólares.

Combustíveis (Foto: AP/ R.Bowmer)

Apesar de quase todos os 25 milhões de habitantes de Xangai estarem confinados desde o início de abril, os investidores temem que um cenário semelhante em Pequim, onde o número de casos detetados está a aumentar.

A procura chinesa de certos tipos de combustível, como gasolina, gasóleo ou combustível de aviação, caiu 20% este mês face ao mesmo período do ano passado, segundo a Bloomberg.

Segundo o analista do Commerzbank Carsten Fritsch, “é pouco provável que os preços do petróleo caiam muito mais”, uma vez que a produção russa continua a diminuir e a produção foi retomada em alguns locais na Líbia.

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