Cidades

Trabalhadores da EMEL em greve de 24 horas hoje, 9 de junho

Paralisação reivindica aumentos salariais de 90 euros, depois de proposta da EMEL não ter sido aprovada por um dos sindicatos
Parquímetro (Foto: Mário Cruz/Lusa)
Parquímetro (Foto: Mário Cruz/Lusa)

Os trabalhadores da Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) estão hoje, 9 de junho, em greve de 24 horas. A paralisação serve para reivindicar aumentos salarias depois da proposta da empresa não ter sido aceite por um dos sindicatos.

Em declarações à Lusa, Orlando Gonçalves, do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) referiu que a administração da EMEL chegou a acordo com o Sindicatos dos Trabalhadores do Setor de Serviços (SITESE) para um aumento salarial de 25 euros. No entanto, este valor foi rejeitado pelo CESP que pretende um incremento em 90 euros.

Assim, esta greve ocorre por não ter existido uma resposta por parte da Câmara de Lisboa e da administração da EMEL para reunir e discutir uma nova proposta de aumentos salariais.

Em nota escrita, enviada à Lusa, fonte da EMEL refere que foi feito um “esforço no sentido de ir ao encontro das pretensões dos sindicatos representativos dos trabalhadores”, tendo subido a sua proposta inicial de aumento salarial de 15 euros para 25 euros para todos os trabalhadores e “em 5% do subsídio de trabalho por turnos dos trabalhadores que fazem trabalho 24 horas".

A nota refere ainda que a atividade da EMEL “foi afetada nos últimos dois anos, com perdas significativas, resultantes da paragem da atividade”, situação que “obrigou à transferência de verbas do município” para a empresa.

Esta é a segunda greve este ano. Os trabalhadores da EMEL cumpriram uma paralisação de 24 horas no dia 6 de maio, com uma adesão de cerca de 90%, segundo os sindicatos, e de 60%, de acordo com a EMEL.

(Fotos: D.R.)

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