Nos dias frios, tudo o que queremos é uma casa quente e acolhedora. Mas, enquanto algumas casas já têm lareiras prontas a usar, outras precisam de recorrer a aquecedores. O problema? Certos modelos podem disparar a conta da eletricidade e aumentar a pegada ambiental.
Para evitar faturas elevadas e reduzir o impacto no planeta, a DECO PROteste analisou quais são as opções de aquecimento mais económicas e eficientes.
Evita os aquecedores portáteis sempre que possível
Os aquecedores portáteis – como termoventiladores, convectores, emissores térmicos e radiadores a óleo – são uma escolha comum por serem acessíveis e fáceis de usar. No entanto, são também os que mais pesam na fatura elétrica e no meio ambiente.
Se vives numa casa antiga, é provável que enfrentes mais frio e humidade. Quando não podes reforçar o isolamento térmico ou trocar as janelas, é essencial escolher um sistema de aquecimento eficiente e com menor consumo energético.
Ar condicionado e salamandras a pellets: soluções mais económicas e ecológicas
Embora os aquecedores portáteis possam ser úteis para aquecimentos pontuais, se precisas de aquecer a casa com frequência, há alternativas mais sustentáveis.
Ar condicionado – Pode parecer um investimento inicial maior, mas a poupança compensa: até 110€ por ano face a um termoventilador. Além disso, reduz as emissões de CO2 em **206 kg anuais** e pode ser usado também para arrefecer a casa no verão.
Salamandra a pellets – Uma opção eficiente e amiga do ambiente, que pode poupar cerca de 96€ por ano em comparação com os aquecedores portáteis. Como os pellets são um combustível renovável, esta opção é considerada neutra em emissões de CO2.
Se optares pelos aquecedores portáteis, usa-os de forma estratégica. Equipamentos com temporizador, ou temporizadores de tomada, ajudam a evitar desperdícios e controlar os custos.
No final, investir num sistema de aquecimento eficiente pode significar mais conforto, menos custos e um impacto ambiental reduzido. Escolhe de forma consciente e mantém a tua casa quente sem pesar na carteira – ou no planeta!